José Ricardo Adamy da Rosa




José Ricardo Adamy da Rosa

Nascido no município de Ijuí em 19 de março de 1975, Ricardo Adamy da Rosa, é fi­lho de José Evaldir Cavalheiro da Rosa e Leocádia Alice Adamy da Rosa, tendo dois ir­mãos, Tiago Artur Adamy da Rosa e Fábio André Adamy da Rosa. Há 21 anos é casado com Andréia da Silva da Rosa, é pai da moça Bruna da Silva Rosa, de 14 anos de idade, e da Nicoly da Silva da Rosa com 02 anos de idade.

Jovem nascido de famí­lia humilde começou sua edu­cação escolar no ano de 1982 na então Escola Estadual de Io Grau Incompleto Boa Vista, completando o ensino fun­damental na Escola Estadu­al de Io e 2o Graus 25 de Julho, atualmente Escola Técnica 25 de Julho. Já nes­te período demonstrou afi­nidade para atividades que exigiam a liderança, pois foi pelo período de quatro anos consecutivos o líder de sua turma e no último ano concorrendo à direção do Grêmio Estudantil, ven­cendo a escolha em nível escolar. No período seguin­te concluiu o ensino médio na Escola CIPEL também em Ijuí.

O gosto pela políti­ca surgiu de uma experiên­cia vivida na infância em um momento histórico do país, em março de 1985, quando ocorreu o faleci­mento do então presidente brasileiro Tancredo Neves.

A imagem da mãe choran­do em frente ao televisor levou o jovem e seus ir­mãos às lágrimas. Na oca­sião ao perguntar pelo mo­tivo de tal tristeza, sua mãe o informou que havia falecido o presidente que trazia a esperan­ça de um país melhor para to­dos.

Este fato e o seu contex­to impulsionaram o interesse e a atenção pelo cenário político mesmo tendo só dez anos de idade. Passou então a acompa­nhar cada eleição com intenso interesse efetuando o registro dos votos dos candidatos pelos quais torcia, já que não podia ainda votar em função da ida­de. A paixão pela política aca­bou fazendo com que obrigasse seu pai a uma candidatura a ve­reador, onde acabou fazendo toda campanha entregando de casa em casa os santinhos. O jo­vem construiu sozinho a divul­gação já que o pai havia aceitado ser candidato mas pre­feriu não fazer visitas em fun­ção da inapetência para estas iniciativas. Por fim foram 77 votos em uma eleição que pre­cisaria de um mínimo de 350 para a conquista de uma cadei­ra no Legislativo.

Em sua vida profissional Ricardo Adamy atuou na fábri­ca de balas Soberana, depois esteve na empresa de transpor­tes coletivos interurbanos Sul Serra, se distanciando do cená­rio político, em função da ativi­dade que o afastava frequentemente do município. Após três anos deixou este trabalho, e em seguida passou integrar o grupo de funcionários do supermercado Nacional.

Neste período oficiaizou no civil o seu casamento com Andréia, e também após um pe­ríodo frequentando a igreja Bra­sil para Cristo, ambos foram batizados nesta congregação re­ligiosa.

A vida política foi enca­minhada a partir de convite do líder comunitário Arcelino Albrecht, para que concorresse a presidência do bairro Boa Vis­ta, onde morava na época. Dis­putou o cargo com mais dois candidatos, obtendo 303 votos contra 249 do segundo coloca­do. Esta vitória em um primei­ro pleito o inseriu de vez na vida política.

Já neste período recebeu visitas da assessoria do deputa­do do PMDB, Darcísio Perondi, convidando-o a filiar-se ao par­tido e concorrer a vereador na eleição de 2000. A partir de in­centivo de lideranças e de uma reflexão e aconselhamento com o pastor João Manoel Macha­do, aceitou o convite e ingres­sou de forma definitiva na vida política.

Concorreu, sendo eleito segundo suplente de sua banca­da com 489 votos, faltando sete para a obtenção da vaga, em uma composição de 21 verea­dores. No ano de 2001 deixou o emprego na rede Nacional e aceitou a tarefa de integrar a equipe de assessores do depu­tado Perondi no município de Ijuí.

Em período de três anos e meio nesta ativida­de desenvolveu ações com a juventude do PMDB em nível local e regional, or­ganizando novos núcleos do órgão em outros mu­nicípios, num total de 14. Integrou a direção da JPMDB no estado em 2003, como secretário es­tadual de articulações po­líticas, em chapa liderada por Michael Di Giacomo. Organizou o primeiro Se­minário de Formação po­lítica do Planalto Médio além de trazer para sua re­gional a convenção esta­dual da juventude peemedebista, que se rea­lizou em Cruz Alta.

Em 2004 se exone­ra da função de assessor parlamentar e se candidata a vereador em contexto di­fícil, pois se tratava da pri­meira eleição com a redu­ção de vagas de 21 para dez no Legislativo ijuiense. Se elegeu com 1.316 votos, sendo o mais votado da história de seu parti­do em Ijuí, e sendo o único da sigla a conquistar uma cadeira na câmara no mandato 2005- 2008.

Em 2008 concorreu a Reeleição, mesmo obtendo 1.148 votos não conseguiu êxito.

Mas em 2012 lança-se novamente como candidato e consegue seu segundo mandato com 1.196 votos. Em 2013 é eleito Presidente Municipal do PMDB, eleito também Coordenador Regional do PMDB do Planalto Médio. Também em 2013 é eleito Presidente da Acaveplam - Associação das Câmaras dos vereadores do Planalto Médio.


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